domingo, 17 de abril de 2011

teste

teste

JUSTIFICATIVA

Farei minhas postagens em letras grandes para das acesso a pessoas com baixa visão.
A partir da proxima, não estranhem pois as palavras serão digitadas EM CAIXA ALTA EXCLUSIVAMENTE.
OBRIGADA.

Novas tecnologias para acessibilidade


         Tive a feliz oportunidade de assistir a REATECH – Feita internacional de tecnologias em reabilitação , inclusão e acessibilidade. Infelizmente só pude visitar um dia, sábado, 16, e foi pouco. Há alguns anos em poucas horas você via tudo.

         O stand da Prefeitura de São Paulo proporcionou diversas palestras importantes e interessantes. No sábado, no final da tarde, pude assistir a mesa redonda: Acesso a comunicação: SMS, Closed Caption, Interprete de Libras, vídeo-chamada, audiodescrição, com os palestrantes:


Claudia Cotes – Coordenadora da ONG Vez da Voz 
Naziberto Lopes de Oliveira – Assessor da SEDPD 
Neivaldo Zovico – Coordenador de Acessibilidade da FENEIS 
Luis Henrique da Silveira Mauch – ONG Mais Diferenças 
Leonardo Gleison – Técnico do Laratec (Associação Laramara) 
Paulo Vieira – Assessor técnico da SMPED


         Muitas coisas importantes, ligadas diretamente a educação. Tecnologias que estão tão perto de nós, e hoje são consideradas corriqueiras, como SMS e vídeo chamada, que na vida de “ouvintes” podem ser corriqueiras e as vezes dispensadas, mas para surdos, por exemplo, estão se tornando indispensáveis. Das cerca de 150 presentes, apenas uma pessoa não possuía celular. Muitas novidades, e entre elas, a possibilidade de um número para onde o surdo possa enviar uma solicitação de atendimento de emergência ou socorro, via sms , para polícia ou bombeiros. O interprete de Libras é a ponte entre os surdos e a educação. E ele tem a possibilidade  de utilizar equipamentos fornecidos pelo estado para trabalhar em sala de aula. Note books, internet sem fio, quadro eletrônico são algumas das ferramentas que podem ser utilizadas   pelo interprete para atingir seu alvo com qualidade: informar com qualidade os conteúdos das disciplinas em sala de aula.






A AUDIODESCRIÇÃO, utilizada para dar acessibilidade aos cegos durante uma apresentação de vídeo é outra tecnologia que vem sendo aos poucos conquistada, assim colo legendas e closed caption para surdos. O cego necessita da audiodescrição, pois sem ela não tem como imaginar o que acontece nos momentos em que não há diálogos em programas, comerciais, propagandas.
A ONG Mais Diferenças produz material educativo riquíssimo com acessibilidade para diversas deficiências, como surdez(legenda, interprete de Libras na janela) e audiodescrição.
Seguem algumas fotos do evento.















segunda-feira, 11 de abril de 2011

Texto Colaborativo - Uso de Tecnologias Contemporâneas na Educação


Atualmente com os meios de tecnologia em constante inovação o professor precisa estar preparado.
O bom profissional é aquele que busca competência em seu ofício, fundamenta-se no pensamento prático,avalia sua prática profissional constantemente.
Novas tendencias de ensino por meio dessas inovações requerem domínio dos professores, saber operar as máquinas para aplicar os conhecimentos de forma dinâmica, tendo em vista que os alunos hoje estão cercados de novidades em todos os sentidos e que é preciso formação integral dos mesmos, os alunos de hoje já são interados com toda essa tecnologia e, é dever dos mediadores acompanhar tal processo.
Com o surgimento de um “novo paradigma educacional”, temos a possibilidade de levar o aluno a construir seu próprio conhecimento, entendendo que a figura do professor não é mais de um mero transmissor de conhecimentos, e sim de um mediador.
Para melhor desenvolver as habilidades, os conhecimentos e atitudes críticas dos alunos, um professor de Artes deve estimular, deve organizar-se e organizar o ambiente "utilizando as novas tecnologias", para que ocorra da melhor forma o processo de ensino aprendizagem.
É necessário compreender todos os processos do desenvolvimento cognitivo para que desenvolva um trabalho que estimule o potencial de todos com a mesma igualdade, ou seja, sem descriminação.
Por isso, o papel do professor é procurar sempre incentivar, motivar, solucionar dúvidas,despertar a curiosidade, abrir novos caminhos, interagir e buscar sempre novas descobertas para que o aluno consiga compreender tudo que lhes é ofertado de maneira proveitosa adquirindo o mais importante que é o conhecimento. É importante a utilização de um ensino objetivo e científico para que as atitudes tomadas pelo professor de Arte sejam importantes à vida do aluno.
A atitude de um professor de arte nesse novo paradigma educacional, deve ser de forma que transforme o aluno em um ser crítico, mostrando todo o surgimento e percurso da história da arte para poder compreender a sua valorização e fazer com que o aluno possa estar inserido nas mudanças que ocorrem no meio artístico. Para isso o professor deve disponibilizar o computador, internet, programas de arte designes, máquinas fotográficas e informação sobre todas as atualizações. Assim o aluno desenvolve o seu conhecimento de arte não se limitando da idéia de que arte é somente para desenhar e colorir e sim saber que a arte pode ser usada na sua vivência pessoal e social, e, que para conhecer a verdadeira arte o indivíduo tem que educar seus olhos.  
Sabemos que o desenvolvimento de diferentes capacidades cognitivas, afetivas, físicas, éticas, estéticas, de inserção social e de relação interpessoal se torna possível por meio de um processo pessoal de construção de conhecimento, é então nesse processo de construção que o professor intervém, criando condições que elevam a autoestima dos alunos para que eles reconheçam e valorizem os saberes que possuem, quando os educadores valorizam os conhecimentos dos alunos ele contribui de forma significativa para que o aluno tenha disponibilidade e curiosidade para aprender cada vez mais.
E para que o aluno possa contribuir é necessário que os professores se desprendam das práticas tradicionais de ensino, que não levam o aluno a refletir sobre a atualidade e principalmente da evolução tecnológica que acontece dentro e fora da escola. Percebemos que com os avanços das novas tecnológias surgiram também novas formas de ensino, principalmente na disciplina de arte, pois podemos além de mediar aprender a manusear diversos equipamentos que antes para nós era algo 
desconhecido. A tecnologia além de informar ela amplia a nossa possibilidade de criar e inovar. É claro que cabe a nós ter um olhar crítico para orientar a busca, seleção e saber gerenciar as informações que estão disponível ao nosso alcance.
Os termos pedagógicos devem levar em conta que, as tecnologias devem ser inseridas no ambiente educacional,começando pela mudança do currículo, pois não adianta ter escolas com equipamentos tecnológicos se os currículos ainda continuam os mesmos. Sabemos que o computador hoje dentro das escolas se usado adequadamente com a função de criar,os resultados serão positivos, com certeza tanto os professores como os alunos se sentirão motivados e estimulados a criar o próprio conhecimento. Afinal de contas todos os envolvidos nesse processo educativo terão um novo olhar para o mundo e em especial a educação.
O conviver de gerações, o saber acompanhar e dirigir a infância em seus processos de socialização, formação e aprendizagem, a perícia dos mestres não são coisas do passado descartadas pela tecnologia, pelo livro didático, pela informática ou pela administração de qualidade total. A perícia dessas artes poderia ter sido substituída por técnicas, entretanto nem os tempos da visão mais tecnicista conseguiram apagar estas artes, nem os novos tempos das novas tecnologias, da TV., da informática aplicada a educação conseguirão prescindir da perícia dos mestres (Miguel G. Arroyo/Ofício de Mestre). Os professores são insubstituíveis, com a máquina não existe o conviver, a ação educativa é específica só acontece na relação professor aluno, todas as outras coisas são meios. A organização dos conteúdos precisa romper a organização centrada exclusivamente em disciplinas tem que ser global. Todo esse processo precisa ser acompanhado por uma avaliação formativa: inicial,reguladora e final integradora.
Consideradas as necessidades sociais para o desenvolvimento da disciplina de artes é preciso lançar mão de novas ferramentas para suprir a necessidade desse novo cenário educacional, onde envolve a cultura e as tecnologias contemporâneas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Uma nova homenagem
aos velhos e bons tempos
da fotografia no papel, do porta-retrato na estante...

'Tecnologia da maquina de fotografia'

Acionar um botão
provocar a explosão
escrevendo com luz
no tempo devagar
             se ajeitar, e sorrir, e posar, transformar
             tempo sem movimento
             ver a foto lembra um tempo

Encaixar uma luz
e botão, mais botão
escrevendo com luz
no momento no tempo
             filme, maquiar, o cabelo voar, a criança a chorar
             tempo em movimento
             negativos e copias 
             tudo lembra de um tempo

Um momento passado
Que já está congelado
O tempo de uma vida
vai ficar guardado
repassado 
no papel revelado

A presente saudade do passado
Do momento no porta-retrato
Do papel delicado amassado
Do movimento do tempo congelado

Imagem de gente, de bicho, paisagem
Sem ruga sem macha
'Tá photoshopado'
Guardada em pen-drive, no chip, CD
 iPod, celular, PDA, e mais o quê?
              Da maquina de fotografia
              Que foi caixa-magica um dia.

Tecnologias Contemporâneas na Escola

De que forma as tecnologias interferem na vida de nossos educadores, e de nossos estudantes?
O que ela pode nos proporcionar de bom,
de ruim?
De que forma ela tem transformado as vidas de todos nós?

Essas e outras questões serão apresentadas no meu blog.
Fique a vontade, sinta-se em casa.
Navegue pelas páginas.

Fotografia é uma de minhas paixões. Essa "arte" está definida no topo, no cabeçalho. É ali está a justificativa de ser arte.

Libras, é a metade de minha vida, vivida.
Pude acompanhar a evolução da tecnologia na vida da comunidade surda nesses últimos anos.
São muitas conquistas, e muita coisa sendo desenvolvida - novos mecanismos para auxiliar os surdos e para que possam acessar a informação e crescer lado a lado com os 'ouvintes'.
Haverá postagens  sobre o que há de mais novo nas tecnologias envolvidas nesse tema, e como podem auxiliar na educação.

bom dia, sempre!

domingo, 19 de setembro de 2010

VENDO O SOM


Produção de um video arte para a disciplina de Tecnologias Contemporaneas na Escola III

VENDO O SOM

domingo, 5 de setembro de 2010

Programas de Humor - são mesmo engraçados?



Assisti a dois programas nesta semana, “A Grande Família” e “Casseta e Planeta”, ambos exibidos na Rede Globo.
A Grande família é um programa bem familiar mesmo, e o público é também a família: é um programa fácil de assistir, para a família mesmo.  Aquele que você assiste, dá risada mais com o desempenho do ator do que com a história, e que você senta para assistir e não se preocupa com as crianças ficarem circulando, assistindo ou brincando por perto. Nenhuma grande surpresa pode acontecer a qualquer momento que te deixaria incomodado, ou envergonhado, ou constrangido. A temática são problemas relacionados ao dia-a-dia da família complicada,com a qual muitos de nós na vida real nos identificamos de alguma maneira, seja por um dos filhos que não trabalha, é um marmanjo que assiste TV o dia todo, ou por um cunhado que é enrolador, por um vizinho problemático, por questões simples de relacionamento entre o casal, e é claro que isso capta a atenção e segura o telespectador na poltrona. Chego a pensar que tem menos linguagem dúbia do que em alguns programas de humor focados em público infantil(programa do Didi, assisti só um pedacinho hoje).
No caso de Casseta e Planeta o público em foco é o adulto. A piada neste momento tem conotação política, e é possível enxergar mais situações como as propostas no questionário que utilizamos para guiar nosso interesse assistindo ao programa. Quanto a “valores”, no caso da Grande Familia, há valores familiares embutidos, como a questão da proteção da mãe com os filhos, o pai é definitivamente o arrimo da família financeiramente, a mãe faz alguns serviços para ajudar, a vizinha quer não aparece mais, antes era “cabeleireira”, o que trás a mulher como sempre tendo trabalhos que tem a ver com estética, ou que a deixem próxima ao lar, como a própria filha, que é manicure. Subentende-se que as pessoas são católicas.
No Casseta, valores quase não enxerguei. Muitas caricaturas - todas elas - pejorativas. A não ser caracterizar os políticos, e a política em si como enganadora e composta por um bando de gente que só pensa em ficar rico à custa do povo. A diversidade também é mostrada de maneira jocosa, e o mundo é feito de caricaturas.  A mulher é retratada como ou cheia de qualidades físicas, ou exatamente o contrário, sendo que as bonitas são burras ou ignorantes, as feias ricas são inteligentes e as feias pobres (porque não há bonitas pobres) são feias e burras, ignorantes, mal arrumadas e sofridas. Os mendigos são bêbedos, e de maneira geral pessoas indignas. Faz-se sátira de absolutamente tudo que está acontecendo no mundo, como a questão dos mineiros, que tão séria, transforma-se em piada num trocadilho.
       A influência que enxergo sobre nós, tem a ver com levar tudo na brincadeira, o programa “dá corda” para tudo isso, neste caso os dois programas. Nada parece sério, e para tudo se dá um jeito, e isso fica sendo martelado em nossas cabeças, e assim vive o brasileiro.
            Se eu fosse roteirista, faria a Grande Família como é, mas faria as mulheres melhores do que são ali, pois isso tem acontecido hoje em dia, e tiraria Casseta e Planeta do ar - programa de mal gosto sem pé nem cabeça.

Agostinho - Fonte: www.globo.com/agrandefamilia


A Grande Familia Fonte: www.globo.com/agrandefamilia

Casseta e Planeta: "Mineiros" presos na mina - alusão ao acidente no Chile fonte: www.globo.com/casseta
Mendigo do Casseta e Planeta fonte:www.globo.com/casseta




Fotonovela

Tarefa do Grupo de Artes Visuais da Universidade de Brasilia
Assista um dia no nosso pólo... é exatamente assim:







Criamos a historia demaneira rápida, pois todos moramos longe, e só teríamos dois sábados para criar a historia e transformá-la na fotonovela. Naverdade, deveríamos sair do pólo com tudo quase pronto, deixando apenas a edição para o responsável.
A idéia começou a surgir baseada na propria dificuldade que temos de nos encontrar e por vezes ter que realizar tarefas em um dia. E pensamos em colocar imagens dos cães que “moram” no prédio do Pólo, que sempre nos recebem muito bem, a cada um de nós. Dois cachorros de grande porte, vira-latas muito bonzinhos. 
Entao pensamos em um dos cães nos receber como sempre fazem na portaria, pensar alguma coisa sobre nós, nós recebermos a noticia que deveriamos entregar a tarefa praticamente no dia, trabalharmos na tarefa, e finalizarmos também com o cãozinho.
O maior problema encontrado acredito foi dirigir os cães. Só um deles se manifestou. A cadela estava muito desconfortável com a câmera. O cão foi mais facil de dirigir, mesmo assim, exigiu de nós umas bolachinhas.
Pedimos apoio para uma das colegas de outro grupo, para uma participação especial como “professora” e partimos para fotos na biblioteca, onde ficamos trabalhando no storyboard.
O Anderson, nosso integrante masculino, completamente avesso as fotos, ficou com parte da fotografia, e trabalhou na edição com software apropriado.
Nós, trabalhamos no roteiro e também storyboard, na montagem das falas.
Na semana seguinte, nos reencontramos no pólo, com a tarefa praticamente pronta, só restando a ficha técnica e o relatório final.
Foi uma boa experiência em grupo, divertida e com variações que nos permitiram interagir em coisas que cada um poderia fazer melhor um pouco do que o outro, contribuindo para a aprovação do resultado final.


abraços!

domingo, 29 de agosto de 2010

Resenha Critica: O SHOW DE TRUMAN

Diversos temas passeiam pela cabeça de quem assiste  O Show de Trumam, e, na verdade persistem mesmo depois de terminar o filme.
          Talvez o mais importante deles seja o fenômeno da mídia, explorando a vida das pessoas, ligado à questão da privacidade, por meio de um reality show, ou seja na manipulação dos sentimentos das pessoas dentro e fora da tela, seguido de diversos temas secundários que elevam o filme para mais do que um drama comum. Truman Burbank,(Jim Carey) deu um tom inesperado e desesperado à trama, onde aos poucos vai descobrindo sua vida existir em um mundo irreal, e pior do que isso, toda a manipulação cruel e egoísta que há por trás dele. A família irreal junto os amigos irreais, o trabalho, enfim, de repente se transformam nos piores vilões de uma vida que foi sempre manipulada e controlada para nunca se ter problemas, e nos sentimos incomodados por que esse é só um fio da meada.
           A manipulação que acontece por meio de uma rede de TV, num programa acompanhado 24 horas no ar, por 30 anos seguidos, chega ao ponto de “matar” personagens (o “pai” de Truman, por exemplo) para provocar sentimentos e reações em Truman, que o prendam ao espaço em que vive e o mantenha seguro ali. E é a partir desse momento que muitos de nós vamos além do que o público que assiste, e que não é nada inocente. Começamos a nos questionar sobre as emoções dos atores que contracenam com Truman, no meu caso, principalmente em Marlon (Noah Emmerich), que cresceu como ator no show, e em quem Truman mais confiava.
            Mas ainda mais peculiar é a obsessão de Christofer (Ed Haris), em que enxergo mais do que apenas interesse financeiro. Há um sentimento de posse, de poder, de necessidade de estar no controle, mesmo quando a própria direção da emissora ordena que se pare tudo.
           
O toque de Truman (Jim Carrey)
O toque de Chistopher ( Ed Harris)
           Na vida real, quem não quer estar no controle, pelo menos de sua própria vida? Por mais que achemos que vivemos num mundo diferente do de “Truman”, há sempre uma manipulação midiática, um controle entrelinhas, do qual não nos damos conta. Talvez esse filme deva ser visto inúmeras vezes. Talvez devêssemos nos lembrar dele quando assistimos aos ‘reality shows’ produzidos na nossa vida real, visto que Truman é um drama fictício.  Enfim, o que é real?

domingo, 22 de agosto de 2010

Ver ou Não Ver - A Decisão

Decidir sobre a Televisão é algo bastante complicado.
O que pode, o que não pode? O que deve, o que não deve? O que é preciso, o que é extremamente necessário?
Talvez a decisão mais difícil seja deixar seu filho em frente à TV enquanto você trabalha ou simplesmente enquanto prepara o almoço.
Fazer as decisões quando você já é maduro parece ser fácil, mas não é. Infelizmente a TV não é apenas babá das crianças – é dos adultos também. Mesmo para os entre  nós que se acham competentes para a utilização dela, há armadilhas, preparadas cuidadosamente de acordo com cada desejo, curiosidade, vontade. O mais grave é trocar a companhia da família pela da televisão, o mais lamentável. Mesmo quando se assiste “junto” não se está junto. Há um grito por silencio a cada nova idéia, afinal não se pode perder essas coisas tão importantes. E as crianças ficam fadadas a assistiram com os pais, quando queriam era ser assistidos.
Mas pode ser pior – e é.
Hoje, as crianças tem televisões nos seus quartos, e elas decidem sozinhas que botão apertar e em qual canal parar. E o pai ou a mãe estão ocupados demais, cada um com sua TV, com a novela e o jogo.
Mas afinal, que mal que tem? Deixar que isso seja entendido de forma desequilibrada como autonomia. Só se for a autonomia do macaco. E olha lá, que ofendemos o macaco.
Minha maior preocupação é com o que acontece com nossas cabeças no final do dia, quando já não temos forças mentais para nada, e nos pomos a ver, ver, ver, ver, e não pensar nada.
Questões como a necessidade social, a importância da TV na globalização nos fazem repensar a crítica: pensando bem, que mal que tem?
Será que estamos prontos para a TV?
Ela está pronta para nós, saída do forno.
Fonte: Imagens de internet

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Apesar de parecer antiga(2007) essa informação ainda nao chegou a muitos lugares?

Software brasileiro ajuda estudantes surdos a
aprender português

05/02/07) Alfabetizar estudantes surdos em português é
um problema que aparece em muitas escolas. Como eles
costumam apresentar dificuldades para ler ou construir
uma frase com sentido, o caminho natural é alfabetizar
primeiro os estudantes surdos na
Língua Brasileira de Sinais
(Libras). O AcessaSP disponibiliza um CD para seu
aprendizado,que pode ser solicitado gratuitamente.
( http://www.acessasp.sp.gov.br)

Por isso, dois professores da Universidade de Brasília (UNB)
criaram um software livre bilíngüe (em Libras e Português)
que promete ajudar esses alunos especiais a se alfabetizarem
em português. Disponível gratuitamente no site
www.surdobilingue.org,
o programa traz aulas prontas que podem
ser copiadas e dadas
nas escolas para estudantes surdos.
Outra possibilidade é que
os professores criem aulas e as deixem disponíveis no site
para que outros profissionais as utilizem.



sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Proxima postagem: Fotografia e a História da Educação. Aguardem...


Olhem que site legal, merece destaque:
A FOTOGRAFIA NA E
SCOLA: FOTOGRAFIA COMO ELEMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
NO ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, EM SÃO JOSÉ DOS AUSEN
TES, RS.
A CAIXA MÁGICA é meu espaço para novas descobertas...
venha comigo...